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| Terça, 6 de Janeiro de 2009 - 04:38 |
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Baseado nos ensinamentos de Rav Meir Parnassá é
a palavra hebraica para "prosperidade"
e "sustento". O QUE É DINHEIRO? Obviamente, se você coloca o dinheiro como a coisa mais importante da sua vida, isto é classificado como idolatria, e a idolatria é condenável em qualquer circunstância - a fixação em algo que não é capaz de conter a Luz. Não devemos pensar no dinheiro como algo "sujo". A forma com que as pessoas se relacionam com o dinheiro, por sinal, dá a exata medida do seu perfil: como você se esforça para ganhar o seu dinheiro? Com o que você gasta o seu dinheiro? Por que o dinheiro que você recebe nunca dá para tudo o que você precisa? Você faz do seu dinheiro uma ferramenta de elevação espiritual? Se existe alguma coisa que se aproxima do assim chamado "inferno", esta coisa é a pobreza. Se há algo dentro do mundo físico, que se aproxima da condição mais vil da alma humana, esta coisa é a miséria. Nós não nascemos para isso. Mas, antes de falar de dinheiro, é preciso falar de Luz Espiritual. E o que é Luz Espiritual? Luz Espiritual é tudo aquilo que lhe dá satisfação plena: imortalidade, sucesso, glória, paz de espírito, sabedoria, prazer e (por que não?) dinheiro. Dinheiro é energia. Você
recebe dinheiro porque trabalhou para recebê-lo ou alguém
assim o fez. Para alguns, dinheiro é apenas papel ou um número
no extrato bancário, mas não
é só isso. O dinheiro que passa pela sua mão faz
parte de um longo processo de receber para compartilhar e você faz
parte desta engrenagem. No passado as pessoas trocavam bens e serviços. Para se obter uma determinada quantidade de farinha, por exemplo, era preciso dar em troca algo que tivesse um valor equivalente e que fosse do interesse do dono da farinha. Não existia até então uma tabela de conversão, a cotação da galinha ou da farinha no dia da troca. O valor atribuído era simbólico e todo valor simbólico está sempre muito próximo do valor sagrado. Quando passamos a atribuir uma referência monetária às coisas, automaticamente transformamos a qualidade do valor simbólico das coisas e, conseqüentemente, do valor sagrado. O que são 10 unidades de uma determinada moeda? Teoricamente nada - um número, um ícone, algo absolutamente abstrato. E, no momento que passo a lidar com este abstrato, a minha mente se aproxima de uma Consciência Superior. PROSPERIDADE E SAÚDE ESPIRITUAL A prosperidade é uma questão de saúde espiritual. Se você não tem prosperidade, você está doente. E não adianta atribuir a culpa ao momento econômico atual, ao Governo, à empresa que você trabalha ou qualquer outro bode expiatório. Você é você. O problema começa e termina em você, independente de qualquer outra coisa. A miséria é uma doença e precisa ser tratada. Uma doença que se estabelece, basicamente, a partir do nosso comprometimento espiritual. Não é uma questão de talento, inteligência ou sorte, mas o modo como você lida com a espiritualidade. A prosperidade está diretamente relacionada a isso. Você tem contas à pagar e não tem dinheiro, aí acha que a vida é isso: que algumas pessoas têm sorte, que outras se utilizam de meios ilícitos ou que têm ajuda de alguém, e você, coitadinho, não tem ajuda de ninguém ... Na Árvore da Vida, todas as coisas são emanadas da dimensão de Atzilut. Nós vivemos na dimensão de Assiá e, muitas vezes, montamos toda a nossa vida tendo Assiá como princípio. Assiá é o mundo da ação. Você faz o que percebe todo mundo fazendo para ser bem sucedido, o que recomendam os amigos, livros e revistas, mas, ainda assim, não consegue chegar a uma condição de prosperidade. As coisas não acontecem porque você ainda não domina a dinâmica da Árvore da Vida. Peguemos o ciclo das águas: a água que sai da torneira de sua casa segue por caminhos desconhecidos depois que passa por você, evapora, sobe, condensa e cai em forma de chuva de volta para a terra. Tudo o que você faz (de bom ou de ruim) também segue um caminho além da sua percepção, sobe (vai para Atzilut) e, em algum momento, desce (retorna a Assiá). "Mas eu sou uma pessoa boa! Cadê a prosperidade?" - a sua mente grita, questionando o texto. Considerando que a sua afirmação seja verdadeira, ainda assim, a sua percepção corresponde a esta existência. Ninguém sabe exatamente quando esta roda começou a girar. Ninguém sabe se você colhe hoje o fruto de uma semente plantada em outras vidas. Neste ponto chegamos muito próximos a um segundo grande equívoco de muitas tradições: "Tudo bem, eu estou pagando por um erro do passado e devo aceitar isso como uma forma de purificação, certo?" Errado! ATZILUT, O MUNDO DA EMANAÇÃO Se você efetua uma mudança diretamente em Atzilut, você muda a estrutura das coisas que emanam para sua vida. E a única forma de se chegar a Atzilut é através de um caminho espiritual. Mas o que é "caminho espiritual"? Ter um caminho espiritual é o mesmo que ter uma religião? "Mas eu tenho uma religião!" - se debate a mente ansiosa. Noventa por cento da humanidade tem uma religião,
mas nem por isso noventa por cento da humanidade é próspera. Estamos falando de um nível de consciência chamado Consciência Universal, que é anterior às religiões e cuja deturpação deu origem às religiões. Estamos falando das regras do jogo da existência, da complexidade das leis que regem todas as coisas existem - as que percebemos e as que são imperceptíveis aos nossos sentidos. A esse entendimento damos o nome de Cabalá. Você só vai compreender corretamente o Catolicismo, o Budismo, o Judaísmo, seja que religião for, se você aprender Cabalá. Através do entendimento da Cabalá você compreenderá as regras que norteiam a sua existência e terá as chaves que irão lhe permitir alterar determinados padrões que foram gerados por você mesmo em determinados momentos de sua existência. Você terá acesso a uma engrenagem de renovação que lhe permitirá limpar os padrões estabelecidos para a sua vida. Isto é aquisição de sabedoria espiritual. ASSIM É SE LHE PARECE (OU NÃO) Mas você não pode ficar apenas no terreno da emanação se você quiser trazer prosperidade para a sua vida. Você tem que entrar no terreno de Briá, no terreno da criação, que é o estágio seguinte, ainda no plano espiritual. Depois disso ainda temos Yetzirá, a dimensão da formação. Aí, sim, alcançamos Assiá. Yetzirá, em especial, é uma dimensão interessante de ser observada, pois é onde as coisas ganham um desdobramento "lógico": um amigo te apresenta para outra pessoa, vocês se relacionam, se apaixonam, se casam, tem filhos e assim por diante. Parecia um plano perfeito, mas você se atrasa um pouco para se encontrar com esse amigo por causa de um imprevisto qualquer e ele apresenta esta pessoa para outra e eles, sim, estabelecem um relacionamento, se casam e etc. Embora isso deixe de parecer lógico para você, existe uma sabedoria além de nossa compreensão por trás de todas as coisas. A vida está constantemente nos enviando sinais. Se você é capaz de percebê-los e, mais do que isso, decifrá-los, você adquire conhecimento espiritual e começa a alterar o rumo de sua história pessoal. A partir de meditações e de conexões energéticas você altera aquilo que foi emanado lá na origem. Segundo a Cabalá, coisas que estão para acontecer daqui a um ano já existem hoje em Atzilut, Briá ou Yetzirá. Pode ser algo muito bom, como pode ser algo não tão bom assim. Como saber? Se você olhar o histórico da sua vida, fica fácil. Se você percebe que a vida sempre coloca você em processos cíclicos de erros, falências e desequilíbrios nesta área (ainda estamos falando de prosperidade), você pode ter certeza de que daqui há um ano você vai estar vivendo isso de novo. Não é muito difícil prever isso, não precisa ser vidente, basta ter senso de observação. BRIÁ, O MUNDO DA CRIAÇÃO Imagine estes novos cinemas com várias salas de projeção: salas 1, 2, 3, 4 e 5, por exemplo. Só que ao invés de cada uma exibir um filme, todas exibem a mesma projeção: a sua vida. Qual a diferença de uma sala para outra? Na sala 1 você faz apenas uma figuração, não chega nem a ser citado nos créditos. Na sala 2 você aparece um pouco mais, tem uma fala inexpressiva, mas já aparece nos créditos como "cliente #4". Na sala 3 você é coadjuvante, tem uma identidade, contracena com outras pessoas - começa a dar os primeiros passos no caminho do autoconhecimento, uma noção mais ampla sobre si mesmo. Algumas pessoas até chegam neste estágio, mesmo que depois de 20 anos de análise ou lendo alguns livros de auto-ajuda. Aqui elas já têm alguma noção sobre D-us, ética e espiritualidade, nem que seja botando um gnomo em cima da geladeira e dando maçã para ele comer... De repente você chega na sala 4 e as coisas mudam. Nesta sala a pessoa começou a se espiritualizar, a se comprometer, a compreender o mundo ao seu redor. Ela se tornou a melhor versão dela mesma, o seu ponto mais elevado de evolução pessoal, enfim, se tornou o ator principal de sua vida. O seu o nome aparece na introdução, e não no final do filme. E a sala 5? Na sala 5 você deixa de ser o ator para se tornar o diretor deste filme. É na sala 5 que você determina o tempo, o espaço e o movimento - o ápice do equilíbrio espiritual. Chegar à sala 4 é bom demais. A maioria das pessoas não chega à 2. Ainda assim o filme é um só e você não pode alterá-lo. Você pode (e deve), sim, alterar a sala. O filme é o mesmo, mas em cada sala você desempenha um papel diferente. Cada sala é uma dimensão. Paralelo ao que você percebe neste momento existem inúmeras dimensões. Em uma destas dimensões há o melhor de você. Em outra há o pior. O que a Cabalá pretende ensinar é como mudar de sala/dimensão. "O que posso fazer na minha vida para mudar da sala 2 para a sala 4, por exemplo? Como eu posso deixar de ser um coadjuvante e me tornar o Diretor?" - esse é o ponto. Cadosh é a palavra equivalente a "santificado", mas também significa "completo" e "separado". Quando você está em uma sala você está conectado a muitas coisas. Você não pode ser simplesmente arrancado desta sala porque você está ali, na tela. Não tem como arrancar você de lá, a não ser que você comece a se desvincular das coisas que te fixam nesta dimensão - daí a necessidade de ser cadosh, o que, geralmente, é um processo doloroso. Algumas vezes você quem provoca esta separação, outras vezes esta separação é inevitável, principalmente quando você começa a encontrar velhos amigos e tem a impressão de estar sentado a quilômetros de distância deles. Nada do que eles te dizem significa alguma coisa para você e você não consegue sustentar uma conversa com eles por mais do que 10 minutos. O mundo não está errado, o que acontece é que, quando um indivíduo que está na sala 1 começa a receber a consciência da sala 4, ele começa a querer mudar o filme. O revoltado, muitas vezes, é esse tipo de indivíduo, mas se revoltar não adianta nada. A reatividade apenas contribui para a sua permanência na mesma sala. Não espere também que as pessoas aplaudam a sua transformação, porque você fazia parte de todo um cenário, de toda uma expectativa que as pessoas tinham com relação a você. E como se dá esta separação? A separação se faz a partir do método. Você começa a se separar de coisas e hábitos que não contribuem em nada para o seu crescimento. Isso envolve desde a mudança de sua alimentação até a mudança de sua forma de falar e se comunicar com as pessoas. Você começa a ter mais cuidado com suas palavras, com as suas relações, com as condições emocionais que você vai estabelecer na sua vida... e você começa a gerar outras expectativas. Isso significa se separar daquilo que estava sendo um hábito na sua vida. É um processo complicado, mas necessário para se alcançar a plenitude. Muitas pessoas que se dizem espiritualizadas não passam por este processo e, por isso mesmo, agem de forma incoerente. Não adianta mudar o discurso se você não muda o comportamento. YETZIRÁ, O MUNDO DA FORMAÇÃO Da mesma forma de Assiá corresponde à ação, Yetzirá corresponde à emoção. Um elemento muito importante neste processo de transformação é a postura que você assume com relação ao mundo. Segundo a Cabalá, existem dois padrões de comportamento no mundo que estabelecem uma conexão direta com a Luz ou com a Sombra. Quando você é reativo você está se conectando à Sombra. Quando você é proativo, você se conecta à Luz. É simples. Mas o que significa ser reativo? Uma pessoa é reativa no momento em que se torna o efeito das coisas que acontecem à sua volta. É proativa no momento em que se torna causa. Quando tudo parece bem e uma pequena interferência acaba com o seu dia, temos um bom exemplo de reatividade. Na verdade, o tempo de reação do reativo é muito curto, quase um choque. Não há tempo para pensar, refletir, ponderar. A reatividade é sempre uma atitude instintiva. Você foi o efeito: estava tudo ótimo e de repente fatores externos fizeram com que tudo ficasse péssimo. Ser proativo, contudo, não significa ter um espírito de Pollyana, não é passar a vida com um sorriso permanente no rosto, mas ver tudo como uma oportunidade de crescimento, um trampolim para algo maior. Você veio a este mundo para trabalhar as suas fragilidades, as suas limitações, se aprimorar cada vez mais e se tornar sempre melhor, e as ferramentas para este aprimoramento são justamente os desafios que surgem na sua vida. ASSIÁ, O MUNDO DA AÇÃO Há diferentes formas de se trabalhar a prosperidade na dimensão do mundo físico. Todas elas com o objetivo de abrir o receptor para a Luz emanada de Atzilut. Uma ferramenta espiritual importante é o tsedacá. A palavra tsedacá é geralmente traduzida como "caridade", mas significa "fazer justiça". Todo cabalista tem um cofre de tsedacá em casa. Alguns colocam cofres de tsedacá também no carro ou no local de trabalho. As sinagogas geralmente têm cofres de tsedacá em diversas dependências. Em outras palavras, você é constantemente solicitado a fazer tsedacá, o que inclui a ajuda que você oferece para alguém na rua ou para uma instituição. Quando você compartilha você abre um espaço; um espaço que será preenchido por Luz Espiritual. Você pode fazer um tsedacá de R$0,01 e, ainda assim, estará promovendo mudanças significativas. O segredo é fazer tsedacá regularmente. Antes ou depois das orações, por exemplo, o tsedacá reforça a conexão em pauta. O mês de Sivan é regido pela tribo de Zevulum, cuja principal atividade era o comércio que sustentava não só os membros da tribo de Zevulum como os membros da tribo de Issachar, comprometida com o estudo da Torá. Quando você contribui para o fortalecimento e propagação da Luz você recebe Luz. Outro ponto muito mal compreendido é a contribuição do dízimo. O que é o dízimo? O dízimo está associado a 10% dos seus ganhos. E por que 10%? Existe uma dinâmica energética por trás disso. Tudo o que vem a se manifestar no mundo físico passa por 9 etapas, sendo a décima a manifestação em si. Soa familiar? Esta é a estrutura da Árvore da Vida com suas 10 sefirót. Os 10% do dízimo correspondem à porção de Malchut, a única que pode ser corrompida pela sombra. Quando você faz o dízimo você está, de fato, se descartando desta "porção (potencialmente) negativa". O grande segredo do dízimo é conseguir fazer mais com 90% do que faria com 100%. E isso acontece, acredite. Não é por acaso que as igrejas evangélicas prosperam, mesmo que este enfoque no dízimo por vezes pareça oportunismo. D-us não quer o seu dinheiro e, de fato, não importa para quem você dê, contanto que seja para algo luminoso. Ser capaz de dar com o coração leve este percentual é que conta. AS LEIS DA PROSPERIDADE Dízimo e tsedacá fazem parte da primeira lei da prosperidade: deixar fluir a energia. Onde há fluidez há renovação; e se você promove esta renovação contribuindo com uma instituição religiosa, mais intensa é a Luz que você recebe. Vejamos a mesma questão por outro aspecto: quando você se compromete com o dízimo você está estabelecendo para si mesmo que viverá com "apenas" 90% da sua receita. Qual a herança cultural deixada pelos nossos colonizadores portugueses? Viver acima do padrão que lhe cabe. Não é nada difícil encontrar alguém com um salário de R$1000,00 que totaliza R$1200,00 de despesas, já contando que os R$200,00 que faltam serão acertados no mês seguinte. Só que no mês seguinte você volta a gastar R$1200,00 quando o saldo disponível é de R$800,00 (os R$1000,00 do salário descontado dos R$200,00 pendentes no mês anterior)... É preciso saber viver com o que se tem à disposição. É preciso fazer sacrifícios, se necessário for, de forma consciente e sem apegos. Toda restrição tem por objetivo gerar Luz. O cabalista é aquele que transforma as limitações em oportunidades de crescimento. A segunda lei da prosperidade é investir nos seus dons, nos seus talentos, nas habilidades que lhe são inerentes e nas que você pode desenvolver. Isto é mais do que "analisar as tendências do mercado". Se todo mundo segue uma tendência, como ser modelo, desenvolver sites para a Internet ou ser veterinário, o que era para ser uma grande oportunidade perde a sua força. Cada um veio talhado para fazer algo nesta vida. Descobrir o seu propósito é estar em sintonia com os Planos Superiores e, conseqüentemente, com a manifestação da Luz no mundo físico. Adquirir um caminho espiritual é
a terceira lei da prosperidade. Estar comprometido (verdadeiramente comprometido)
com um caminho prosperidade é uma das formas de se abrir o receptor
para a Luz. Estar atento com as datas especiais do calendário é outra grande oportunidade de se abrir para o que é positivo e se fechar para o negativo, pois a natureza cumpre um ciclo contínuo de crescimento e restrições. Sorte é uma coisa que não existe. Sorte é uma palavra preguiçosa e traduz justamente as conexões espirituais que você faz, de forma consciente ou não. Acidentes acontecem e, por vezes, você faz a coisa certa no momento adequado, estabelecendo uma conexão positiva. Isto não é sorte. Sorte não existe. O que existe são conexões espirituais. E o que são estas conexões? A palavra "conexão", em hebraico, é mitsvá, e a Torá fala de 613 mitsvót. Quando você cumpre as mitsvót, como guardar o Shabat, você está automaticamente "ajudando a sorte". Respeitar o dinheiro é mais uma lei da prosperidade. As pessoas lidam com o dinheiro, mas não o respeitam. Quando você passa um cheque ou pega na carteira, uma alquimia espiritual está se desenvolvendo. Uma dica especial para os homens: casar atrai prosperidade. Quando um homem não tem uma mulher ao seu lado falta para ele a energia de Malchut, a consolidação da Luz Espiritual. Ele pode ser brilhante, até mesmo extraordinário, mas, ainda assim, ele é apenas um canal de revelação da Luz (Zeir Anphim). Sem Malchut o processo não se completa. Isto significa que as mulheres não precisam dos homens? Não. As mulheres têm suas facilidades. Lidam melhor com esta dinâmica espiritual e são capazes de, sozinhas, construir um patrimônio. Na companhia de um homem, obviamente, as coisas fluem melhor. Este texto é grande, mas incompleto. Há muito mais o que se falar sobre prosperidade e mesmo os tópicos já apresentados devem ser analisados com maior profundidade. O propósito do site da Academia de Cabalá é quebrar paradigmas, é fazer você pensar. Cabalá não é meramente um conhecimento intelectual, mas um modelo de vida. Não é um curso de 8, 10 ou 35 aulas, mas algo que nos acompanha (e se renova) todos os dias de nossas vidas. Cabalá é um estudo e uma prática para que o verdadeiro estado de shalom seja alcançado. As pessoas convencionaram traduzir shalom por "paz". Shalom é muito mais do que isso. Shalom deriva de le shalem, que significa "pagar" ou "pagamento". Quando desejamos shalom para alguém, desejamos que ela esteja com as suas dívidas pagas (em todos os sentidos), o que nos mantém no tema prosperidade. A Academia de Cabalá Rav Meir tem por compromisso levar o conhecimento da Cabalá para o maior número de pessoas possível com atividades litúrgicas e educacionais. Aprenda mais e mais sobre os códigos presentes na Torá e amplie a Luz da prosperidade em sua vida. Emuná vebitachon! www.academiadecabala.com.br A Sua Empresa Ainda Não Está Aqui?
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